12/02/2020

Coren-RJ – atualização do caso de agressão à técnica de enfermagem de Nova Iguaçu

Uma delegação do Conselho Regional de Enfermagem do Rio de

Uma delegação do Conselho Regional de Enfermagem do Rio de Janeiro – Coren RJ , composta pelos conselheiros Glauber Amancio, Rogéria Nascimento, Ivonete Corrêa e pela fiscal Aline Viana, esteve hoje (12), à tarde, na Casa de Saúde Nossa Senhora de Fátima, em Nova Iguaçu. A instituição foi palco de uma cena de agressão verbal e ameaça de um paciente – que se identificou como médico – contra uma técnica de enfermagem, na madrugada do dia 11 de fevereiro.

Os conselheiros e a fiscal conversaram com a gerente (RT) de Enfermagem da instituição, enfermeira Kelly Lisboa, e com a técnica de enfermagem, a quem, por motivo de segurança da própria, não será por nós identificada.

Segundo a RT, a instituição acolheu a profissional e ofereceu suporte jurídico ao longo de todo o desenrolar do processo. Além disso, entrou com uma representação contra o médico junto ao Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro – Cremerj.

A técnica de enfermagem, imediatamente após o fato, registrou o ocorrido no livro de ordens e ocorrências do setor e, ao final do plantão gerou um boletim de ocorrência na Delegacia Especializada de atendimento à Mulher de Nova Iguaçu – DEAM, contra o médico neuropsiquiatra José Gilberto Luna Sobrinho

O Coren-RJ acolheu a profissional se colocou à disposição com suporte jurídico, e a auxiliará a fazer uma queixa crime por cometimento de injúria, crime contra a honra, e a entrar com uma Ação Civil por danos morais. O Coren-RJ ingressou também com uma denúncia ética junto ao Cremerj, e iniciou o processo de desagravo público, tratamento ético no qual é solicitado retratação pública por parte do agressor, o médico José Gilberto Luna Sobrinho.

O Coren-RJ permanece acompanhando o caso e dando apoio à enfermagem da instituição, em especial à vítima, com orientações jurídicas e sobre seus direitos previstos no Código de Ética da Enfermagem. A autarquia realizará um Ato de Desagravo Público à técnica de enfermagem humilhada, em repúdio à atitude do agressor, em data a ser marcada. Também oficiará o Cremerj, solicitando informações acerca de providências que deverão ser tomadas sobre a manutenção do exercício profissional agressor.




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