História do Coren-RJ

O Conselho Regional de Enfermagem do Rio de Janeiro (Coren-RJ), assim como os demais Conselhos Regionais, foi criado a partir da aprovação da lei 5.905, de 12 de julho de 1973. Sua primeira presidenta foi a Dra. Nalva Pereira Caldas.

Atualmente, o Coren-RJ é presidido pela Dra. Maria Antonieta Rubio Tyrrell, que entre outros títulos, é professora titular da Escola de Enfermagem Anna Nery, da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ (http://lattes.cnpq.br/0067872620304500).  A Dra. Tyrrell foi eleita juntamente como o Plenário para a gestão 2015/2017, e substitui no comando da autarquia o enfermeiro e ex-presidente do Sindicato dos Enfermeiros do Rio de Janeiro (SindenfRJ), ME Pedro de Jesus Silva.

O novo Plenário foi eleito democraticamente em setembro de 2014, por voto direto da categoria, em eleições online. A posse aconteceu em dezembro do mesmo ano, em meio ao I Congresso Fluminense de Enfermagem – Confluenf, e seus membros assumiram o Coren-RJ em janeiro de 2015. Entre outras metas, a diretoria adotou o compromisso de dar prosseguimento aos projetos implantados desde a Junta Interventora – e que evoluíram na gestão anterior – além de criar novos planos e ações. Assim, projetos bem sucedidos como o CapacitaCoren-RJ, o Boas-Vindas, Pró-SAE, Pró-GAE, Coren-RJ Móvel, Coren Itinerante, ganharão nova dinâmica e continuarão a fazer parte do leque de serviços que o Coren-RJ oferece aos profissionais da enfermagem.

O Plenário 2015/2017 investirá ainda na manutenção das Câmaras Técnicas, para que possam aprofundar os estudos e discussões à luz da ciência, para a construção de pareceres que respaldem o exercício da enfermagem. Já a Comissão de Ética deverá manter-se no mesmo ritmo progressivo, na implantação das Comissões de Ética Institucionais da Enfermagem. Até abril de 2015, o Coren-RJ contabiliza 32 Comissões de Ética da Enfermagem em unidades de saúde e empresas do estado do Rio de Janeiro.

Também faz parte das atribuições do Plenário do Coren-RJ a articulação com entidades profissionais e de classe, com vistas ao fortalecimento da categoria, seja promovendo e atuando em campanhas em defesa da enfermagem, tais como as lutas pela redução da jornada de trabalho para 30 horas, pelo piso salarial, pela rejeição aos artigos arbitrários descritos na Lei do Ato Médico, entre outras.

A Intervenção e as gestões que a sucederam

Durante cerca de 20 anos, o Coren-RJ foi alvo de denúncias envolvendo inúmeras irregularidades, que culminou na Operação Predador da Polícia Federal, em 2005. Em razão disso, a Polícia Federal e o Ministério Público intervieram, e o Cofen designou sete mulheres, por meio da decisão nº 22, para compor a Junta Interventora que assumiu a direção do Coren-RJ durante um ano e meio. A decisão previa que, após a gestão da Junta, seria escolhido um novo plenário para concluir a transição (mais 18 meses). Designada a Junta Interventora, as entidades profissionais e de classe do estado do Rio de Janeiro reiteraram a deliberação do Cofen em reunião no dia 30 de novembro de 2009.

Naquele mesmo mês assumia o Plenário para concluir a transição iniciada pela Junta Interventora, acontecida em maio do ano anterior. A gestão teve como presidente o enfermeiro Pedro de Jesus Silva, tendo como vice-presidente a Dra. Maria Therezinha Nóbrega da Silva. A designação do novo plenário pelo Cofen ocorreu em 29 de outubro de 2009, através da decisão nº 84 do Conselho Federal e com o apoio das entidades profissionais e de classe do estado (SindenfRJ, SatemRJ e ABEn-RJ).

Em eleições diretas realizadas em janeiro de 2012, Pedro de Jesus Silva foi eleito e continuou a presidir o Coren-RJ, até o final do mandato em 31 de dezembro de 2014. As eleições para o Plenário de 2012, empossada com a legitimidade dos mais de 70% dos votos válidos, marcou a volta da democracia plena à enfermagem fluminense.

O triênio 2012/2014 foi marcado por grandes mudanças e por pesados investimentos em obras de infraestrutura e recuperação do patrimônio, da restruturação do atendimento aos profissionais, e no avanço dos vários projetos desenvolvidos, com base no planejamento estratégico – uma ferramenta de gestão que reproduziu a proposta organizacional direcionada pela missão, visão de futuro e valores da instituição, buscando um desempenho de excelência.



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